A barra é o que foi investido no dia. A linha com hachura são os seguidores que entraram. Os dois lados vêm de fontes diferentes, a barra do gerenciador de anúncios e a linha do Instagram, e a linha só existe a partir do dia em que a coleta começou.
Visita ao perfil é o passo entre ver o anúncio e apertar seguir, e é a única parte desse caminho que o anúncio mede sozinho. Custo por visita subindo com investimento parado é sinal de criativo cansando.
Ordenado pelo que mais levou gente ao perfil. Clique em qualquer título de coluna para reordenar. Assistiu até o fim é quem viu o vídeo inteiro ou pelo menos quinze segundos, o sinal de que o conteúdo prendeu e não só apareceu.
O que cada post rendeu no perfil, com anúncio e sem anúncio somados. Salvamento e compartilhamento pesam mais que curtida na hora de decidir o que impulsionar: são os gestos que fazem o Instagram continuar entregando sozinho.
Escrito para ser lido sem precisar de tradução.
O seguidor que aparece aqui não é atribuído ao anúncio. Ele vem do Instagram e inclui quem chegou pelo orgânico. Existe no gerenciador uma métrica de seguidores atribuídos, chamada instagram_profile_follow_v2, mas o Windsor, que alimenta este painel, não entrega esse campo. Trazer esse número exige acesso direto à API do Meta nesta conta.
Seguidor por post só existe para foto e carrossel. O Instagram não reporta seguidores ganhos em reels, que é o formato de quase tudo publicado aqui.
O histórico do Instagram começa na primeira coleta. A plataforma devolve só os últimos trinta dias de seguidores por dia. Daqui para a frente o painel guarda por conta própria.
O último dia costuma vir incompleto. O Instagram fecha o número do dia com algumas horas de atraso, e a atualização seguinte corrige sozinha.
Alcance não se soma entre campanhas. Os totais por dia vêm da conta inteira, já sem repetição. Na tabela de anúncios, o alcance serve para comparar uma linha com a outra, e por isso não tem total.